Depois que um vazamento de ar comprimido é identificado, o próximo passo é agir de forma estratégica para garantir que a tubulação volte a operar com máxima eficiência. Apenas “tampar o furo” não é suficiente — é preciso entender a causa e corrigir o sistema como um todo.
O primeiro ponto é realizar o reparo adequado, substituindo conexões, mangueiras, válvulas ou trechos de tubulação danificados. Em muitos casos, vazamentos acontecem por desgaste natural, vibração excessiva ou montagem inadequada. Por isso, revisar suportes, fixações e alinhamentos ajuda a evitar que o problema volte a ocorrer.
Também é importante avaliar se a pressão de trabalho está correta. Sistemas operando com pressão acima do necessário aumentam o consumo de energia e favorecem novos vazamentos. Ajustar a pressão para o nível ideal melhora o desempenho e reduz custos.
Outro fator essencial é verificar a qualidade da tubulação. Redes antigas, com corrosão interna ou material inadequado, geram perda de carga e reduzem a eficiência. Em alguns casos, modernizar a rede — como utilizar tubulação em alumínio ou materiais mais resistentes — traz ganhos significativos.
Por fim, implementar um plano de inspeção preventiva garante que pequenos vazamentos sejam detectados antes de se tornarem grandes prejuízos. Um sistema de ar comprimido eficiente depende de monitoramento constante, manutenção correta e ajustes estratégicos para manter desempenho, economia e confiabilidade.
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